Ao fim de muitos anos a escrever epopeias através da técnica "X palavras
cada um", os nossos escribas aventuraram-se pela primeira vez num
cadavre exquis, cada um preenchendo uma linha e a primeira palavra da
posterior, só tendo o literato seguinte acesso a esse vocábulo isolado. Esta técnica tem alguma da sua origem em mestres do dadaísmo e nós, como neo-dadas (ou didis), recuperamo-la agora para vosso regozijo.
Antonio sabia (qual era) a única coisa que não podia falhar na vida.
'No fundo, (ser) a tristeza de (uma) qualquer pessoa, (ser) um sino ao longe.'
Antonio lembrou-se que tinha de partir. Em frente, sem objetivo, apenas com vontade. (De) tanto olhar o céu, gastava as nuvens com isso. Em vão talvez, mas nunca com fra(n)queza na mente.
Na mente do Antonio, pior (do) que mentir era manter a postura - costas direitas e pernas firmes, como uma sola de bota cheia de super-cola.
O que não cola são as desculpas tão frequentes, tant(as) como alemães de meia branca e sandálias.
'(Sandálias) só na praia, tenho vergonha dos meus pés. De unhas cortadas, claro.'
Antonio chegou [a um] fim, que pod[ia] ser um novo começo.
'Cria em ti, pois sem ti não ser(ás) igual. Sabes tão bem como a nostalgia que te afeta, mesmo sendo tu tão leal quanto um cão chamado "Não" que encontrei em Roterdão, o local onde acabarás por morrer.'
(original)
Antonio sabia que a única coisa que não podia falhar na vida. No fundo, a tristeza de qualquer pessoa um sino ao longe. Antonio lembrou-se que tinha de partir em frente, sem objetivo, apenas com vontade tanto olhar o céu, gastava as nuvens. Com isso em vão talvez, mas nunca com fraqueza na mente. Mas na mente do Antonio, pior que mentir era manter a postura, costas direitas e pernas firmes, como uma sola de botas cheia de super cola. O que não cola são as desculpas tão frequentes, tanto como alemães de meia branca e sandálias só na praia, tenho vergonha dos meus pés, de unhas cortadas, claro. Antonio chegou por fim, que pode ser um novo começo, cria em ti, pois sem ti não seria igual. Mas sabes tão bem como a nostalgia que te afeta, mesmo sendo tu tão leal como um cão chamado Não que encontrou em Roterdão, o local onde acabarás por morrer.
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20 November 2018
O regresso de Mr. Veerbeck
Antonio Veerberck entrava no carro, incerto de estar a tomar a escolha correta. Tinha bilhete e marmita, mas faltava-lhe Jack Daniel's.
'Já começam as cenas... Gosto? Não, mas ninguém pensa em mim. Vou tomar banho e refletir um pouco.'
Crow via fotos da prima, enquanto doom o observava, sentindo o seu queixo másculo.
'Crow, sabes que o Antonio gosta de ti? Tinha de te contar! Não sei se é amor ou apenas para flirt, mas é melhor ires agasalhado.
Crow reagiu muito mal.
'Eu não uso cachecol nem barrete. Vou de camisa e calçonete e está bom.'
'Mas Crow, camisas não protegem, usa pílula ou Penedo.'
'Hey, o Penedo não me cabe na mochila! Compota, atum, pão saloio e tremoços - a ementa de um campeão.'
Nisto, aparece um salpicão vestido de Sith. Era Antonio.
'Esqueci-me da bebida, têm algo? Têm? Têm? Quero que me toque grossa.
doom tossiu ao ouvir aquela lenga-lenga, cuspindo uma bola de pêlo.
'Não te lambas no Inverno, usa óleo de avestruz.
Sugeriu Crow, abrindo as asas e pondo um ovo.
'Eventualmente crescerá uma alface. Sacrifiquem-na no matrimónio entre um bode e Sócrates.
Dito isto, voo.
Antonio, desanimado, disparou e atingiu Crow.
'Que dor! Mas o que tem de ser, será!' - e aterrou, ferido mortalmente.
doom, não querendo ser mau anfitrião, tossiu outra bola de pêlo e foi preparar o lume.
'Hoje, lamentamos a morte prematura de Crow, mas celebramos a sua vida. Para mim, Crow é um amigo e um repasto: o menu será corvo com batatinha assada, vinho branco e redução de bola de pêlo. Pago à dose, a pata é barata, louvado Belzebu, refeição sensata!'
Antonio apontou a arma a doom e esta esguichou sumo de limão.
'Quero contribuir! E contribuinte na fatura.
'Com certeza' - cuspiu doom, enquanto esfregava os olhos - 'Pica!'
Desta vez, Antonio dispariu uma flashada e logo surgiu a polícia.
'Que satanismo atroz é este? Fotos sem flash e fermée les parapluies. Sortie!
'Já começam as cenas... Gosto? Não, mas ninguém pensa em mim. Vou tomar banho e refletir um pouco.'
Crow via fotos da prima, enquanto doom o observava, sentindo o seu queixo másculo.
'Crow, sabes que o Antonio gosta de ti? Tinha de te contar! Não sei se é amor ou apenas para flirt, mas é melhor ires agasalhado.
Crow reagiu muito mal.
'Eu não uso cachecol nem barrete. Vou de camisa e calçonete e está bom.'
'Mas Crow, camisas não protegem, usa pílula ou Penedo.'
'Hey, o Penedo não me cabe na mochila! Compota, atum, pão saloio e tremoços - a ementa de um campeão.'
Nisto, aparece um salpicão vestido de Sith. Era Antonio.
'Esqueci-me da bebida, têm algo? Têm? Têm? Quero que me toque grossa.
doom tossiu ao ouvir aquela lenga-lenga, cuspindo uma bola de pêlo.
'Não te lambas no Inverno, usa óleo de avestruz.
Sugeriu Crow, abrindo as asas e pondo um ovo.
'Eventualmente crescerá uma alface. Sacrifiquem-na no matrimónio entre um bode e Sócrates.
Dito isto, voo.
Antonio, desanimado, disparou e atingiu Crow.
'Que dor! Mas o que tem de ser, será!' - e aterrou, ferido mortalmente.
doom, não querendo ser mau anfitrião, tossiu outra bola de pêlo e foi preparar o lume.
'Hoje, lamentamos a morte prematura de Crow, mas celebramos a sua vida. Para mim, Crow é um amigo e um repasto: o menu será corvo com batatinha assada, vinho branco e redução de bola de pêlo. Pago à dose, a pata é barata, louvado Belzebu, refeição sensata!'
Antonio apontou a arma a doom e esta esguichou sumo de limão.
'Quero contribuir! E contribuinte na fatura.
'Com certeza' - cuspiu doom, enquanto esfregava os olhos - 'Pica!'
Desta vez, Antonio dispariu uma flashada e logo surgiu a polícia.
'Que satanismo atroz é este? Fotos sem flash e fermée les parapluies. Sortie!
24 February 2017
Díptico Holandês
Estava eu a pregar pregos quando, de repente, um dos meus chinelos rebenta.
- Fotasse!
Eu tinha prometido que nunca iria a Fátima, mas era isso ou agredir, de forma inesperada, o Cró.
- Segura o martelo enquanto aperto, porque as drogas fazem mal - mas pior que isso é ser o veerbeck veerbeck veerbeck veerbeck!
Tiro as calças e proponho pintar o Veerbeck, este aceita.
- Queria tanto ver o pincel e a tinta do Cró, infelizmente não vem a Amesterdão, tu safas, a dor que irás sentir -, disse eu, com paixão no beijo que acabaria por dar no estojo artistico do holandês.
**************
"Os corvos na Holanda têm sede", pensava eu na casa-de-banho.
Ao sair dela, com a mente mais fresca, tropeço num frasco de compota espanhola fechado, "já fodi um pé, deixa ver se também fodi o frasco". Que história de encantar.
Falou-se muito em corvos, isso magoa-me. Emborco o frasco e eis que aparece a Gigantona, que deseja lambidela na tela.
- O Cró? Quando vais sair com a Mamushka?
- Temos tempo - digo eu, de pincel feito.
- Deixa estar, lol.
Foi assim que o Cró faleceu, e o problema se resolveu.
- Fotasse!
Eu tinha prometido que nunca iria a Fátima, mas era isso ou agredir, de forma inesperada, o Cró.
- Segura o martelo enquanto aperto, porque as drogas fazem mal - mas pior que isso é ser o veerbeck veerbeck veerbeck veerbeck!
Tiro as calças e proponho pintar o Veerbeck, este aceita.
- Queria tanto ver o pincel e a tinta do Cró, infelizmente não vem a Amesterdão, tu safas, a dor que irás sentir -, disse eu, com paixão no beijo que acabaria por dar no estojo artistico do holandês.
**************
"Os corvos na Holanda têm sede", pensava eu na casa-de-banho.
Ao sair dela, com a mente mais fresca, tropeço num frasco de compota espanhola fechado, "já fodi um pé, deixa ver se também fodi o frasco". Que história de encantar.
Falou-se muito em corvos, isso magoa-me. Emborco o frasco e eis que aparece a Gigantona, que deseja lambidela na tela.
- O Cró? Quando vais sair com a Mamushka?
- Temos tempo - digo eu, de pincel feito.
- Deixa estar, lol.
Foi assim que o Cró faleceu, e o problema se resolveu.
16 June 2016
Um pacote a olhar para ontem
Capítulo I - Numa estrada em Technicolor
Estava um plátano ao Sol a contar trocos. A pseudobaga precisava de meia dúzia de tostões para apanhar o autocarro até Torres Vedras, mas só tinha 9. Teve de prosseguir a pé.Andou e andou, até que deu de caras com um pacote de farinha de trigo.
- Olá amigo, que fazes no meio da estrada? Perdeste o sentido da existência? Não vês que quero passar e não me apetece fazer desvios?!
- Não sei… Só me lembro de ir a caminho da pastelaria Aparício. Ia fazer uma visita de final de ano lectivo e caí da carroça.
- FINAL DO ANO LECTIVO? MAS ESTAMOS EM 1948!! - interrompeu, de forma desnecessariamente brusca, o frutício.
- 1948? O ano ou local? Não me calhava nada bem ser 1948…
- O momento! O ano lectivo já acabou há mais de 15 lulas - esclareceu o amarelo - estás aqui de papo para o ar há duas cervejas? E a economia?
- Eh pá, quero lá saber disso, só tenho planos para 2016, tenho de acabar um top dos melhores filmes dos anos 80. Mas se isto de facto é 1948 causa-me algum transtorno.
- Eu dirijo-me a Torres Vedras, que fica adiante de 2016. Queres vir comigo?
Partiram juntos, mas antes de darem duplo-add no WhatsApp para continuarem a conversa encontraram um bife de peru pendurado numa árvore. O plátano levou a mal:
- Pretendes imitar um bananáceo mas o cheiro a bifana expôs-te!
- Não, apenas caí de uma avestruz.
- Pomada! Se falasses a verdade terias face de Honest Abe.
- Dito isto seguiram. A pseudobaga descascou-se e gritou:
- Estou farta de travessões. Vou enfiar este direitinho no potoca do maranhão!
Estavam nesta fabulação quando chega o dia 25 de Dezembro. O pacote ficou nostálgico quando viu numa televisão próxima um saleiro em forma de enchido. O seu padrasto, carapetão que era, uma vez apareceu vestido de salpicão. Mudou de canal e estava a dar Dragon Ball. “Olha o Sonbocu!”. Na realidade, era Umigame: a sua esposa ainda não tinha regressado da lua-de-mel, já tinham passado mil anos. Era um filler.
- Estou muito ansioso, Roshi! A minha Tuguinha deve-se ter perdido.
- Cala-te, espécie de mesa de café ambulante.
O pacote pegou nos travessões e constrúiu uma ponte para dentro da TV.
Capitulo II - "A metapod may change into an alheira, but the heart that beats inside remains the same"
Umigame carpia, era Natal, era estufa, era Dâmaso Salcede: “Tenho sede, Quaresma” diria Eça, havendo amêndoas. Mas não havia. Bebeu água salgada, porém engasgou-se numa sardinha, a sua mãe adoptiva. Pobre infeliz, logo neste dia que o fazia recordar tantos períodos festivos passados em alegria e harmonia com a sua mãe sardinha e Darth Vader, o papá.O seu pai era Darth Vader? Como? Vader fecundou um Peliper numa viagem ao Canal Caveira. Vamos contar a história.
Certo dia Darth espirrou num frasco a partir de uma extermidade central do seu corpo após visionamento cobiçoso de Banthaas, como a sua índole requeria. O radar de Bulma estava a falhar e indicou-lhe o dito cujo como se fosse uma bola de cristal, que ela roubou. Infelizmente isto calhou no Dia da Independência e caiu-lhe uma nave marciana na tola, fazendo-a perder o frasco. O vidro eventualmente foi encontrado e ingerido por Will Smith que fez uma lipoescultura com o conteúdo. Colocou-a numa prateleira sobre o aquário, mas quando Martin Lawrence saltou lá para dentro a arte foi atrás. Lawrence lançou uma pokébola e capturou um pequeno Wingull que por ali passava, “Piu!”. Para secar enfiou a lipoescultura numa carcaça de Metapod, mas esta, de imediato, evoluiu para uma alheira. Wingull, impressionado, digivoluiu para Angemon e depois para Peliper. Comeu a alheira mas engasgou-se e desatou a cuspir figos. Sete triênios depois, Vader apareceu em casa de Smith para uma noitada de bridge. Smith andava a tentar engatar uma sardinha nesta altura, mas foi com Vader que ela engraçou, ao topar que ele ressonava muito alto e conhecia calamares generais. Mataram o rapper de Bel Air e decidiram adoptar aqueles figos que Smith guardara, já podres. Eventualmente Vader reconheceu-os como seus descendentes porque possuíam a Força de três maçãs e disse: “Sou vosso ancestral direto, tartaruguem-se através deste wingardium leviosa!”. E os figos viraram uma pequena Cheloniidae. No entanto, aquela feitiçaria teve um efeito não antecipado: fez com que todos os Natais tresandassem a podre.
Capitulo III - O Ouroboro-Orestes
O cheiro a figo esborrachado enchia-lhe o coração e agora, passados 1637 anos, Umigame comia figo com sardinha, era uma espécie de Édipo, mas em boa verdade só lemos a versão resumida na Nova Gente. Nisto, um plátano e um pacote de farinha de trigo atravessam a revista preferida de Roshi. O velho, que sangrava abundantemente pelo nariz, mandou dois pinotes. Quando sossegou e estancou a hemorragia disse:- Vou-me vestir de Pai Natal.
Umigame foi ter com os estranhos, queria fazer um panado daquilo.
- Calma amigo, nós estávamos a ver TV e decidimos vir até aqui pois o nosso enredo do outro lado envolvia enfiar travessões no potoca do maranhão, e isso torna-se aborrecido. Que fazem por estes lados?
- A tristeza apodera-se de nós, a solidão envolve toda a nossa existência, escasseiam os frutos secos. Enfim, chamam a este lado de Inferno. Bem-vindos.
- Nunca pensei visitar uma ilha tropical no Inverno. Podíamos fazer de renas e dar mais charme à coisa. Têm por aí narizes vermelhos e cornadura? - perguntou alguém.
- Isso talvez animasse Roshi. Ele está a ficar biruta devido à referida falta de frutos secos e à solidão. Talvez o alegrasse ter um Natal com mais amigos. Podíamos fazer uma surpresa. - soletrou Umigame.
- Mas como? Ele já vestiu as calças… Ainda vamos a tempo?
- Umigame telefonou a Goku. Transcrevemos a conversa:
- Campeão, o Mestre está xoninhas. Importas-te de falecer? Depois aparece toda a gente e diz um cliché.
- Claro, é capaz de ser giro e parece ser um plano sólido.
Capitulo IV - Yahoo Answers
Roshi, vestido de Pai Natal, relincha repentinamente:- Valha-me Kami, e as renas?
- Estamos aqui! - disseram os nossos heróis, disfarçados.
Almoçou-os.
- Agora preciso de mais.
- Estou aqui! - disse Umigame, disfarçada.
- Não sei do raio da tartaruga, vou ter de consultar esta série de tubos para te arranjar um nariz vermelho.
Queria escrever “Como arranjar nariz à Rudolfo”, mas não percebia de teclados, escreveu “Oi, tudo bem coiote?”. Transcrevemos o primeiro resultado:
“Ela trabalha em uma lotérica e já faz uns 2 anos que eu pago contas lá, a primeira vez que eu fui nessa lotérica ela ficou me encarando e não tirava os olhos de mim, foi assim por alguns meses eu ia lá e ela ficava me olhando, mesmo quando eu ainda estava na fila, depois de um certo tempo toda vez que eu chegava lá ela dava uma olhada para mim, nos meus olhos, mas depois parava, e é assim até hoje quando eu vou la, eu comecei a gostar dela mas nunca tive coragem de perguntar o que ela sente, algumas vezes que eu vou lá ela nem olha para minha cara, ou pelo menos eu não vejo ela me olhando, outro detalhe é que quando eu olho para ela, e ela está me olhando, ela pára de olhar e vira o rosto, alguns dias atrás eu fui lá, ela me olhou diretamente nos olhos enquanto estava na fila, e quando fui no caixa dela ela sorriu e me disse “oi”, enquanto estava me atendendo ela olhava para mim e quando eu olhava ela virava para outro lugar, depois quando eu estava indo embora ela falou “tchau”.
Será que depois de tanto tempo ela continua olhando porque quer alguma coisa comigo?
Eu descobri o orkut dela e adicionei ela e escrevi uma mensagem assim para ela:
"Oi, tudo bem?
Estou te add porque queria te conhecer melhor, se quiser conversar me add no MSN"
Depois disto ela me adicionou no orkut, mas não mandou nenhuma mensagem.”
Capítulo V - Als heel de wereld eens van stokvis was
Quando chegaram à casa de Goku, esta estava toda rebentada. Seria obra de Antonio Veerbeck? Olhando para cima viu Vegeta nu e em posição de salpicão! Goku, vendo Roshi em perigo saltou em cima de Vegeta.- Optimpopompopmopom, não farás mal ao Natal! Pai Natal, trouxeste o regalo que me fará a menina mais alegre da aldeia?
- Ouh ouh ouh! Foste bom petiz?
Aproveitando a distração, Vegeta atirou Piccolo ao ar e espetou-lhe um pêro, impalando-o em Kakarot.
- Oh my god! Holy shit, Jay! Oh my god! Look at that fucking thing, bro! Fiquei orfão - choramingou Gohan.
Roshi atirou as mãos à cabeça e arrancou o chapéu.
- NÃO! Para quê tamanha violência? - disse enquanto tentava arrancar a barba, não se lembrando que era sua - Sou eu, o mestre das artes marciais, venho aqui mostrar o meu carinho por vocês e acabo a assistir ao empalamento do meu discípulo mais capaz. Que desgosto! Já não bastava ter ficado com a revista rebentada...
Dito isto, saiu de debaixo dos destroços “toda a gente”, a mandar foguetes e cenas do género que se mandam quando se faz uma surpresa.
- Supresa! - disse toda a gente.
Roshi, perplexo, perguntou o Umigame quem ia contar à Kika o sucedido, quando a viu entre toda a gente.
- Foi isto um plano maqueavélico da velha bruxa para se livrar do Goku e comer o Vegeta? Ela sempre preferiu outros vegetais a cenouras.
Mas Goku falou-lhes por telepatia:
“Meus amigos, aproveitem o Natal que é uma época muito bonita! Comam muitas filhoses e rabanadas e partilhem a vossa companhia com toda a gente. Até um dia!”
Umigame olhou para Roshi, com uma lágrima no canto do olho.
- Roshi, passámos tantos Natais sozinhos, liguei a uns amigos e decidimos organizar esta surpresa. O Goku foi-se mas podemos ligar-lhe todos os domingos.
- Mas... nós já cá vínhamos de qualquer forma, até me mascarei de Sinterklaas?!?!?!?
- Pois, mas assim foi surpresa e tal… Rebentámos com ele, e depois … “Surpresa!”. Para matares saudades podes recorrer ao stash de revistas que guardaste na casa do Goku para emergências.
- Mas essas agora estão soterradas, seu anormal. Mesa de café ambulante.
Neste momento fez-se silêncio porque o bife de peru caiu da árvore. Estava maduro.
En elke boom een worst
En iedere plas van zuiver schoensmeer
Waarmee lest men dan de dorst?
- Antonio Veerbeck
9 June 2016
Antonio Veerbeck, o Holandês Irreverente
O Crow e o doom encontraram um dia um jovem holandês dono de um grande coração. Não tanto no sentido de ser bom para os outros, amigo do seu amigo, mas sim de ter um coração tão grande que fazia pressão contra os seus pulmões, o que acabou por levar à sua explosão. Antes de rebentar, no entanto, deixou uma vasta obra composta por textos em prosa e poesia.
Considerado um escritor avant-garde pela sua informalidade gramatical e ortográfica, é hoje visto como um dos autores mais importantes do início do século XXI. A sua produção foi toda elaborada em ambiente virtual, o que acentua a sua vanguarda literária.
Eis, Antonio.
Boas, Sou o Antonio Veerbeck tenho 26 anos e sou da Holanda.
Adoro o Dart Vader e o meu planeta preferido é Jedi Conce, um dia gostarias de ter a coragem e preserverancia de um Tatuin, aguentar com as tempestades de areia é algo que me fascina. Vejo Star Wars logo quando estreou e por isso sou fanatica.
Sou fanático de Dragon Ball tal como de Star Wars. Adoro o Vegeta e vejo quase todos os dias o Dragon Ball. Dragon ball e Star wars rulam!!!!!!!!
Ik was in in gat,
en het verscheen een kikker,
ik heb hem gelijk opgegeten,
het was een grote ruin,
Als het goed bewaard werd,
zou ik twintig dagen geven,
Oh Van Cruyf,
om het vee te weiden!
Eu para alem de animes e poesia gosto muito de andar de rollerblades e as vezes faço truques com os rollerblades, ja ando ha um mes e consigo fazer grids nas paredes, ainda caio as vezes mas nao faz mal porque uso joalheiras e protecções nos dentes.
O meu filme de SW prefferido é o "Revenge of the Sidious" porque acho que é muita emossao ver o Anakim ficar o Darth Vader apos tudo que se passou ao longo dos episodios nr 1 a 6 que foram tambem bons e o terceiro foi mais emossionante e sim gosto dos outros.
Na Holanda eu estou num fanclub que as vezes faz "extreme moves", uma vez fomos nus à Bart Smite pedir artigos de Star War porque é uma vergonha porque nem um busto ha... Acabaram por fechar o nosso centro do club e agora ja nao temos promotiões na Bart. Uma vergonha, espero o resto da Europa nao seja mesmo que Holand nesse ponto aspetual.
Era sempre De Spookdreiging RACER! com os amigos, os no espaço não gostei.
Considerado um escritor avant-garde pela sua informalidade gramatical e ortográfica, é hoje visto como um dos autores mais importantes do início do século XXI. A sua produção foi toda elaborada em ambiente virtual, o que acentua a sua vanguarda literária.
Eis, Antonio.
Boas, Sou o Antonio Veerbeck tenho 26 anos e sou da Holanda.
Adoro o Dart Vader e o meu planeta preferido é Jedi Conce, um dia gostarias de ter a coragem e preserverancia de um Tatuin, aguentar com as tempestades de areia é algo que me fascina. Vejo Star Wars logo quando estreou e por isso sou fanatica.
Sou fanático de Dragon Ball tal como de Star Wars. Adoro o Vegeta e vejo quase todos os dias o Dragon Ball. Dragon ball e Star wars rulam!!!!!!!!
Auto-Biografia (excerto)
Ik was in in gat,
en het verscheen een kikker,
ik heb hem gelijk opgegeten,
het was een grote ruin,
Als het goed bewaard werd,
zou ik twintig dagen geven,
Oh Van Cruyf,
om het vee te weiden!
Canção a Alblasserwaard, a minha Terra
Eu para alem de animes e poesia gosto muito de andar de rollerblades e as vezes faço truques com os rollerblades, ja ando ha um mes e consigo fazer grids nas paredes, ainda caio as vezes mas nao faz mal porque uso joalheiras e protecções nos dentes.
O meu filme de SW prefferido é o "Revenge of the Sidious" porque acho que é muita emossao ver o Anakim ficar o Darth Vader apos tudo que se passou ao longo dos episodios nr 1 a 6 que foram tambem bons e o terceiro foi mais emossionante e sim gosto dos outros.
As minhas paixões
Na Holanda eu estou num fanclub que as vezes faz "extreme moves", uma vez fomos nus à Bart Smite pedir artigos de Star War porque é uma vergonha porque nem um busto ha... Acabaram por fechar o nosso centro do club e agora ja nao temos promotiões na Bart. Uma vergonha, espero o resto da Europa nao seja mesmo que Holand nesse ponto aspetual.
Crónica: A Vergonha da (e na) Holanda
Era sempre De Spookdreiging RACER! com os amigos, os no espaço não gostei.
Crítica aos Jogos Star Wars
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